Dra. Carla Santos
Fonoaudióloga
- Linguagem e comunicação
- Disfagia
- Motricidade orofacial
Público: Bebês, Crianças, Adolescentes, Adultos
Conhecer profissionalEscutar, compreender, expressar necessidades e participar da vida cotidiana são experiências singulares. O cuidado fonoaudiológico parte dessa singularidade e das necessidades identificadas na avaliação.
A Fonoaudiologia estuda e acompanha a comunicação humana e funções relacionadas, como fala, linguagem, voz, motricidade orofacial e deglutição. O atendimento considera a história de desenvolvimento, as condições de saúde e as situações em que cada pessoa se comunica e se alimenta.
Na Clínica Carla Santos — Espaço Terapêutico Desenvolver, em Picos–PI, a Fonoaudiologia integra uma proposta multidisciplinar com atenção especial à infância e à adolescência. Famílias participam da construção de estratégias possíveis para a rotina, sem comparações rígidas entre crianças.
A indicação de acompanhamento, recursos ou encaminhamentos depende de avaliação individual. As modalidades disponíveis e a profissional responsável devem ser confirmadas com a clínica.
Trajetória da fundadora
Fonoaudióloga formada pela NOVAFAPI, Dra. Carla Santos é fundadora da clínica e tem 15 anos de atuação informados em seu material. Possui pós-graduações em Disfagia, com enfoque em Fonoaudiologia Hospitalar, e Saúde Pública; curso Teste da Linguinha com Roberta Martinelli; treinamento em Disfagia no Hospital de Urgência de Teresina; formação Photo Science Fono em Fotobiomodulação e Fototerapia; CORE POWER 2.0, relacionada à CAA; e Terapia ABA para Pais e Aplicadores. A experiência hospitalar integra sua biografia e não caracteriza oferta de atendimento hospitalar pela clínica. Recursos específicos dependem de indicação e confirmação de disponibilidade.
Conhecer a trajetória da Dra. Carla SantosAs demandas podem envolver uma ou várias dimensões. A avaliação ajuda a compreender suas relações, sem transformar observações isoladas em diagnóstico.
A área acompanha comunicação e funções orais ao longo da vida. A avaliação reúne entrevista, observação e procedimentos pertinentes à demanda, definidos pela fonoaudióloga.
O acompanhamento considera como a criança produz sons, amplia suas possibilidades de fala e participa das trocas com outras pessoas. Brincadeiras e situações cotidianas ajudam a compreender esse processo.
Compreender mensagens, organizar ideias, narrar experiências e lidar com leitura e escrita são dimensões da linguagem. A investigação considera idade, escolarização e contexto de uso.
Uma preocupação com o desenvolvimento merece escuta e avaliação individualizada. A análise não se resume à quantidade de palavras nem permite conclusões a partir de comparações isoladas.
A produção dos sons da fala pode ser investigada conforme a etapa de desenvolvimento e seu impacto na comunicação. As estratégias são escolhidas a partir das necessidades observadas.
O foco pode incluir pedir ajuda, fazer escolhas, compartilhar interesses e expressar desconfortos. São consideradas diferentes formas de comunicação, não apenas a fala.
O cuidado pode abordar o fluxo da fala, a experiência comunicativa e o uso da voz. Conforme os achados, outros profissionais podem integrar a investigação.
A avaliação observa estruturas e funções da região oral e da face em sua relação com atividades cotidianas. A indicação terapêutica depende da análise funcional individual.
Essas funções são consideradas de acordo com a idade, a história alimentar e as condições de saúde. Orientações ou intervenções exigem avaliação específica, respeitando a segurança alimentar.
Disfagia se refere a alterações da deglutição e requer investigação profissional. O cuidado pode envolver orientação e articulação com outras áreas, conforme a necessidade identificada.
A CAA reúne estratégias e recursos que podem ampliar as possibilidades de expressão e compreensão. Sua escolha depende da avaliação, dos contextos de uso e da participação dos parceiros de comunicação.
A avaliação do frênulo considera aspectos anatômicos e funcionais pertinentes à demanda. Não implica indicação automática de procedimento e pode exigir avaliação compartilhada.
A família pode receber orientações para favorecer interações, comunicação e participação na rotina. As propostas respeitam os recursos e as possibilidades reais de cada casa.
O acompanhamento pode buscar reorganizar ou desenvolver habilidades afetadas por diferentes condições. Objetivos e estratégias são revistos conforme a resposta individual e a articulação com a equipe.
A avaliação orienta quais frentes fazem sentido para cada pessoa e quais recursos podem ser utilizados.
Indicação, recursos, frequência e disponibilidade profissional são definidos ou confirmados individualmente. Uma formação complementar não significa oferta automática de determinada técnica.
Públicos atendidos
O primeiro passo é compreender a queixa em seu contexto, antes de escolher exercícios, recursos ou frequência.
A conversa inicial reúne necessidades, desenvolvimento, alimentação, saúde e experiências de comunicação.
A fonoaudióloga seleciona observações e procedimentos adequados à idade e à demanda.
Os achados são explicados em linguagem acessível, com discussão de objetivos e eventuais encaminhamentos.
Quando indicado, o acompanhamento é planejado e revisto com a pessoa e sua família.
Cada objetivo é individualizado e representa uma possibilidade de trabalho, não uma previsão de resultado.
A disponibilidade de agenda de cada profissional é informada pela equipe da clínica.
Fonoaudióloga
Público: Bebês, Crianças, Adolescentes, Adultos
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