Acompanhamento individualizado, respeito às diferenças e atenção às necessidades de cada pessoa.
Pessoas autistas e pessoas com TDAH têm histórias, interesses e necessidades diversas. O acompanhamento parte de avaliação individual por profissionais qualificados e de objetivos relevantes para sua vida cotidiana.
Compreender TEA e TDAH sem reduzir a pessoa
TEA é a sigla para transtorno do espectro autista, e TDAH significa transtorno do déficit de atenção com hiperatividade. São condições do neurodesenvolvimento distintas, que podem coexistir e não definem, sozinhas, as capacidades ou a identidade de alguém.
Necessidades de apoio não são iguais
Pessoas com o mesmo diagnóstico podem precisar de apoios diferentes em casa, na escola e em outros espaços. A avaliação profissional considera essa diversidade e ajuda a definir prioridades com a pessoa e sua família.
Comunicação que permita escolhas e expressão
O apoio à comunicação deve considerar como cada pessoa expressa necessidades, ideias e preferências. Fala, gestos e recursos de comunicação podem integrar o acompanhamento conforme a avaliação, sem desvalorizar formas próprias de expressão.
Aprendizagem com acesso e adaptações
A participação escolar pode exigir ajustes na apresentação das atividades, nos materiais ou na organização do ambiente. O diálogo entre família, escola e profissionais ajuda a identificar barreiras e estratégias individualizadas, sem presumir limites a partir de um diagnóstico.
- Instruções acessíveis à pessoa
- Organização das propostas escolares
- Tempo e condições de participação
- Interesses como ponto de diálogo
Atenção e organização em situações reais
Acompanhar a atenção envolve compreender as demandas das tarefas e as condições em que elas acontecem. Os apoios podem incluir recursos de organização e previsibilidade, escolhidos com orientação profissional e revistos conforme sua utilidade.
Autorregulação sem exigência de esconder diferenças
Autorregulação diz respeito às formas de lidar com emoções, estímulos e demandas do ambiente. O acompanhamento busca reconhecer necessidades de apoio e favorecer conforto e segurança, sem exigir que a pessoa esconda suas características para ser aceita.
Relações e autonomia com respeito aos limites
O apoio às habilidades sociais pode favorecer compreensão mútua, comunicação de limites e participação em relações significativas. Autonomia também envolve poder escolher e pedir ajuda, sem impor contato físico ou uma única maneira de interagir.
Para famílias
Apoios que começam pela escuta
Orientações gerais para o dia a dia. Elas não substituem a avaliação de um profissional.
- Pergunte sobre preferências e respeite as formas possíveis de resposta.
- Registre situações em que o ambiente facilita ou dificulta a participação.
- Converse com a escola sobre acessibilidade e apoios, não apenas sobre desempenho.
- Leve suas dúvidas sobre rotina e convivência aos profissionais responsáveis.
- Evite comparações entre pessoas com o mesmo diagnóstico.
- Compartilhe mudanças de rotina de maneira compreensível para a criança.
Construa um plano de cuidado com orientação
Psicologia, Fonoaudiologia, Psicopedagogia e outras áreas podem participar conforme necessidades identificadas em avaliação individual. Converse com a Clínica Carla Santos sobre suas dúvidas e sobre os caminhos de acolhimento para a criança ou adolescente.
Áreas que podem contribuir.
Dúvidas sobre TEA e TDAH
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As informações apresentadas neste site possuem caráter institucional e educativo e não substituem avaliação individualizada por profissional habilitado.
Cada criança tem seu tempo. Estamos aqui para ouvir.
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